Apreciadores de chope resolvem protestar contra o preço da bebida na cidade de São Miguel do Guaporé

marcos holanda casagrande 28/05/2018 16:40:25 Curiosidade
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Os apreciadores do chope em São Miguel do Guaporé reuniram-se hoje pela manhã na praça central da cidade para reivindicar a redução do preço da bebida no mercado. Eles alegam que o chope está com preço muito alto e como a inflação está galopante, essa situação está impedindo que os consumidores possam tomar chope, principalmente nos finais de semana. Vários bares da cidade comercializam essa bebida, porém o movimento pretende deixar de beber chope por trinta (30) dias para pressionar os comerciantes a diminuírem o preço na “bomba”, isto é, no barril. Essa paralisação deve forçar os donos dos bares a rever o preço do chope servido no c omércio na cidade de São Miguel porque vai causar muito prejuízo aos empresários, caso não atendam as reivindicações dos consumidores do chope. O que levou os consumidores de chope a tomarem essa decisão de parar de beber pelo período de trinta (30) dias foi em razão da greve dos caminhoneiros que está servindo como um exemplo de protesto para que eles sejam atendidos em suas justas reivindicações. O chope é a bebida mais consumida em São Miguel do Guaporé, só perdendo para água servida pela CAERD e utilizada pela população do município. O movimento conta com o apoio dos consumidores de pinga que também prometem protestar se dentro de 30 (trinta) dias se as empresas que fabricam essa bebida destilada não baixarem o preço da “marvada”. Amanhã eles pretendem falar diretamente com o senhor Jere mias, que produz a “Pinga São Miguel”, a melhor da região do Vale do Guaporé. A intenção do movimento é pedir a ele que cobre um precinho menor para continuar consumindo pinga de boa qualidade como é do Empresário Jeremias. Outro movimento que pretende paralisar suas atividades é o pessoal que toma refrigerante, uma bebida que faz muito mal aos consumidores, mais ainda do que a pinga e o chope juntos. O refrigerante já deixou de ser consumido em vários lugares da cidade, como nas escolas, nas creches, etc. Para o final de semana, o movimento dos consumidores resolveu fazer uma assembléia geral com os empresários que vendem chope, pinga e refrigerante para que busquem uma alternativa que possa baratear o preço dessas bebidas. A paralisação é pacífica e não conta com a presença da Força Nacional de Segurança e nem da Polícia Federal para dar apoio aos empresários, que não precisam se preocupar com qualquer tipo de perseguição e retaliação porque as pessoas que estão liderando esse movimento são de boa índole, respeitosa e se deram bebida de graça para eles durante 60 (sessenta) dias, eles prometem deixar de protestar. O movimento não tem uma entidade organizada porque eles não se sentem representadas porque não confiam nos presidentes das associações, que negociam com os fabricantes de bebidas sem a participação das pessoas mais interessadas pela redução dos preços das bebidas: os próprios consumidores. Se no período de 60 (sessenta) dias não houver qualquer tipo de proposta dos empresários para baixarem os preços das bebidas, o movimento pretende estender a greve a outros municípios para fortalece r a pressão contra os comerciantes a atender as justas reivindicações das categorias ligadas às bebidas, que eles consideram essencial para o crescimento da barriga e de todo tipo de doença causada pelo consumo exagerado delas. Nenhum repórter da Rede Globo foi convidado para cobrir a assembleia dos consumidores de chope realizada hoje pela manhã no centro de São Miguel do Guaporé. Os grevistas acham que o jornalismo desta emissora é contra o movimento e as reportagens sobre o assunto só pioram a situação. Conforme foi apurado pelo site, tudo leva a crer que a questão será resolvida pacificamente porque está sendo costurado um acordo entre as partes para colocar um fim a essa paralisação dos apreciadores de chope na cidade.

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Ronan Almeida de Araújo

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