INSS leva mais de três meses para liberar pensões no Rio

marcos holanda casagrande 25/10/2018 20:46:43 Justiça
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INSS leva mais de três meses para liberar pensões no Rio. Desde a morte do marido, em 25 de julho deste ano, a professora Rita de Cássia Ramos Martins, de 56 anos, é mais uma vítima da demora do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em conceder benefícios. Após fazer o pedido em uma agência do órgão em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, no dia 6 de agosto, ela aguarda no escuro, por quase três meses a liberação da INSS leva mais de três meses para liberar pensões no Rio. Desde a morte do marido, em 25 de julho deste ano, a professora Rita de Cássia Ramos Martins, de 56 anos, é mais uma vítima da demora do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em conceder benefícios. Após fazer o pedido em uma agência do órgão em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, no dia 6 de agosto, ela aguarda no escuro, por quase três meses a liberação da pensão por morte. Isso porque o protocolo que dá acesso ao sistema Meu INSS, e que deveria mostrar o andamento do pedido, simplesmente não funciona.



— Logo depois do falecimento do meu marido, eu arrumei os documentos e fui dar entrada na pensão, porque preciso do dinheiro. Na agência, me disseram que o dinheiro seria liberado em 45 dias, mas já se passaram quase três , e nada. Na internet, no Meu INSS, não aparece nenhum andamento e eu não sei o que fazer, porque nas agências e no 135 eles não dão informações — contou.


Por lei, o INSS deveria dar uma resposta ao segurado em até 45 dias, mas este prazo não tem sido respeitado. O caso da professora não é isolado e mostra que o INSS, atualmente, vive um caos na análise e liberação de uma série de benefícios.


Conforme o EXTRA publicou recentemente, há segurados, no Rio, que aguardam por resposta do requerimento da aposentadoria por mais de quatro meses. O problema é o mesmo: fazem o requerimento no posto, mas meses depois não conseguem nenhuma resposta do órgão e reclamam de falhas no sistema do Meu INSS.


De acordo com o instituto, o tempo médio de concessão para pensão por morte no Estado do Rio, hoje, é de 73 dias. No Brasil, o tempo médio de concessão, até setembro, é de 56 dias.


Ainda segundo o órgão, a espera tem ocorrido em decorrência das constantes e diárias reduções no quadro de servidores do INSS. Em nota, informou que o “INSS tem se preocupado muito com essa redução do quadro e vem, paralelamente, trabalhando estratégias para minimizar os impactos desse cenário”.


Projeto não saiu do papel


Ainda no primeiro semestre deste ano, o INSS chegou a anunciar que a liberação da pensão por morte seria feita de forma automática, em parceria inédita com cartórios de registro civil. A medida, porém, esbarrou em questões financeiras e não saiu do papel.


Têm direito à pensão por morte os dependentes do falecido que tenha, na data da morte, a qualidade de segurado da Previdência Social, ou seja, o trabalhador que contribui para o regime previdenciário e, por isso, têm direito a benefícios ou serviços de natureza previdenciária. Os dependentes podem ser o cônjuge, o filho não emancipado de qualquer condição, menor de 21 anos, os pais ou os irmãos menores de 21 anos.


Centrais de análise


Na última semana o INSS, na tentativa de diminuir o caos e o represamento de pedidos feitos ao órgão, criou 104 centrais de análise em todo o país, o que corresponde ao total de gerências. No Estado do Rio, serão sete unidades do gênero, sendo duas delas na capital, para analisar os pedidos feitos pelos segurados e os documentos digitalizados.


A ideia é que as centrais funcionem da seguinte forma: um grupo de servidores trabalhará de forma remota e exclusiva para a análise e a concessão de benefícios, já que terão acesso ao sistema com todos os dados e a documentação escaneada dos segurados. Caso tenha necessidade de realocação de algum funcionário, o mesmo não precisará sair da agência em que atua, já que o trabalho do grupo será feito de forma virtual.


A central de análise é uma nova aposta do órgão para tentar diminuir a espera do segurado pela resposta de liberação do benefício.


INSS Digital


Em abril deste ano, conforme publicado pelo EXTRA, o INSS implementou nas 105 agências do Estado do Rio o sistema que deveria agilizar a análise e a concessão de benefícios.


Com o projeto, os postos do órgão passaram a receber os segurados apenas para checar a documentação, que é digitalizada e devolvida. Até agora, as cópias digitais eram encaminhadas a um polo de concessão, em Belo Horizonte, Minas Gerais, que analisava os requerimentos. Agora, isso será feito pelas centrais de análise.


 


Na reta final, campanha de Bolsonaro entra em parafuso


O datafolha divulgou hoje à noite mais uma rodada de pesquisa e a diferença entre os dois candidatos a presidente é de apenas cinco pontos, ou seja, a votação de Bolsonaro de 56% dos votos não é vantajosa porque quando um cresce o outro entra em queda ou parafuso, como é o caso do líder das pesquisas que resolveu, a partir de amanhã, mudar a estratégia de campanha. Disse que vai aparecer mais. Só não vai ao debate da Globo que estava marcado para amanhã porque tem “medo de terroristas”. Mas ele sempre se apresenta ao povo e eleitor como o sinal de metralhadora na mão. Então não precisa ter receio. É só meter bala no atrevido que aparecer para tirar sua vida. Passou o tempo todo fazendo esse discurso de “bandido bom, é bandido morto”. Não vai aos debates porque é cagão, como disse seu adversário. O candidato da direita está perdendo em torno de um milhão e meio e votos por dia nessa reta final. Só falta três dias, ou seja, até domingo, muita gente pode mudar seu voto. 22% dos entevistados da pesquisa de hoje do Datafolha disseram que podem mudar seu voto no dia da eleição. Outra notícia ruim para o Coiso é que, amanhã, sexta-feira, Ciro Gomes do PDT deve anunciar apoio incondicional ao candidato do PT. A campanha do 13 vai concentrar seu esforço final para mudar o jogo no Nordeste onde a força dos irmãos Cid Gomes e Ciro Gomes são fortes. Outro detalhe: a pesquisa de hoje traz um resultado ruim para Bolsonaro: Haddad cresceu 4% na região norte, tida como dos evangélicos. No nordeste, os eleitores de Haddad estão consolidados. Outra região, talvez a mais importante é a Sudeste, onde o petista teve um péssimo desempenho no primeiro turno, mesmo sendo conhecido dos paulistanos por ter sido prefeito de São Paulo. Lá porque o candidato a governador, Dória, do PSDB, está fazendo campanha para Bolsonaro com o slogam chamado Bolsodória, uma mistura de Dória com Bolsonaro. A população que não gosta do “emblomadinho” tucano está bastante queimado junto aos eleitores, uma vez que quando era prefeito da capital paulista, disse que não sairia candidato a nada. Mentiu e a agora está tendo dificuldade de se distanciar de França, um político desconhecido como o time da Portuguesa Paulista. Você sabe que time é este? Quem assiste ao canal 40 da Globo News, pela Skay, nota-se claramente que a emissora de canal fechado está torcendo para Bolsonaro ganhar as eleições, inclusive a de cana aberto, não aceitou fazer debate com Haddad porque o capitão reformado do Exército disse que está impossibilitado de comparecer por recomendação médica, mas a todo instante, em sua casa, da entrevista para vários canais de televisão, como Record, Band, jornais, os principais deles, revistas, como a Isto É, que virou um panfleto contra o candidato do PT que está ajudando o candidato dos militares. Bolsonaro deve assistir os comentários dos globais como Camarote, Cristiane, Sadi, Valdo e tantos outros que torcem contra o PT, os quais estão fazendo uma espécie de “aconselhamento” para o candidato do 17 “congelar sua campanha”, ou seja, para ganhar, não precisa fazer nada. Só esperar o resultado. Lascou. Agora, depois de perder vários pontos, Bolsonaro resolveu ir para ruas pedir votos junto aos seus seguidores, que já estão com receio de perder as eleições devido a vários erros de estratégia, com por exemplo, achar que já ganhou a batalha, ficar acomodado, anunciar equipe de governo, dizer que a partir de segunda-feira estará em Brasília para discutir com o presidente Michel Temer o processo de transição, e tanta coisa boba que deveria ser discutida depois das eleições. O leitorado que está indeciso percebeu a falta de respeito do candidato da direita porque o jogo “só termina quando acaba”. Por fim, não se pode duvidar da vitória do 13 nessa eleição porque os petistas não entregam os pontos facilmente e eles estão indo onde tem gente em dúvida para votar domingo. Votam-se no professor ou no capitão reformado do Exército? Fortes emoções nos reservam até o fechamento das urnas. Quem viver verá. Quem sofre do coração, é melhor fazer igual às freiras Carmelitas: enclausuradas e bem distantes das brigas ideológicas e mais próximas de Deus, porque a política de hoje virou um inferno.


 



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Jornalista Ronan Almeida de Araújo

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