Adolescente boliviano de 13 anos queima a seu sobrinho de 3 por defecar em sua roupa

Uma menina de seis anos, que também morava lá, correu para ajudar a criança de três anos e depois foi procurar um parente (adulto) para ajudar a vítima.

Cleonice Miranda 12/07/2018 15:54:11 Mundo
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Foto: ilustrativa




O caso foi registrado no município de Mapiri, em La Paz, quando um menino de 13 anos viu que seu sobrinho de três anos, que estava sob seus cuidados, havia sujado suas roupas ao fazer suas necessidades fisiológicas; Ficou com raiva e puniu-o cruelmente; primeiro, de acordo com as primeiras investigações, ele o amarrou na cama, para fazer com que ele comesse as fezes e depois o queimou em diferentes partes do corpo.

 "Ficou sabendo de um possível fato de ferimentos causados a uma criança de três anos de idade, onde, aparentemente, ele tentou queimar, a criança sofreu queimaduras nos braços, nas pernas e no resto do corpo" , informou o promotor público Luis Fernando Atanasio.

De acordo com o relatório do promotor, sete crianças moravam em uma casa em Mapiri, sob os cuidados de sua avó; entre eles, a vítima de três anos. Sua mãe que teve problemas psicológicos não podia cuidar dele.

 Na sexta-feira passada, a avó teve que viajar para outro município e deixou o menino de 3 anos aos cuidados das seis crianças.

Naquele dia, o menino de três anos defecou em suas roupas. Seu tio de 13 anos ficou chateado e o castigou cruelmente: primeiro, ele fez o garoto comer suas fezes, mas vendo que ele resistiu, procedeu a amarrá-lo à cama e teria queimado várias partes do corpo de seu sobrinho.

 Uma menina de seis anos, que também morava lá, correu para ajudar a criança de três anos e depois foi procurar um parente (adulto) para ajudar a vítima. Quando o parente chegou, encontrou o menino de 3 anos amarrado à cama em um estado lastimável e começou a ajudá-lo.

 O promotor Athanasius disse que este fato foi conhecido na segunda-feira, mas sendo o suposto autor de um adolescente de 13 anos, ele não pode ser acusado, então o caso foi encaminhado ao Ouvidor Infantil e ao juiz de um menor.

 Atanasio indicou que estes casos não são normais, pois colabora com a defensoria para resolver esse fato. Ele explicou que nestas situações a defensoria deve buscar indenização pelos danos à vítima, executar medidas de proteção para as outras cinco crianças e buscar tratamento de reabilitação para o acusado.

 

 

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Fonte: El Deber/Bolívia

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